O que aconteceu Pós-Sabinada

Cosma Sueli

1.0 Metodologia

Historia social e a mesma estudas nessa pequenas células divisões menores ,os acontecimentos do cotidiano  após a sabinada e as categorias a ser estudada é a política o império e o os revolucionários a oposição da época as contradições que a mesma gerava e as influencias trazida da Europa.E como era respondido pela sociedade e geração das tensões e como isso influenciava na forma que era tratado a sociedade em se e os movimentos e sua particularidade.  Dando a abordagem da Historia Social, onde possa mostra uma visão do período histórico e que compreenda o desenvolvimento do tema citado para que possa suprir os estudos da matéria de Bahia 2.

1.1 Resumo

Este trabalho abordado toda uma questão política que envolveu a sociedade da época, ou seja, os acontecimentos apos sabinada. E as influencias sofrida pela Europa e essas mesmas idéias influenciaram em todas as revoluções baianas e brasileiras, pois até os livros tinham proibições, portanto o liberalismo e o iluminismo expressavam as aspirações da burguesia que interessava organizar uma sociedade com bases novas, mas  aqui no Brasil é a questão da escravidão deixava a desejar pois liberdade e os direitos civis não existiam,pois soariam falsos e vazios os manifestos em favor das formulas representativas de governo, os  discursos defendia soberania do povo, pregando a igualdade e liberdade como direitos inalienáveis, imprescritíveis do homem, e isso iria de contraditório pois na realidade existiam a escravidão no Brasil.

1.2 Palavra chave

Liberalismo e Iluminismo

1.3 Introdução

Este trabalho pretende discutir os conflitos pós sabinada enfoca Liberalismo e Iluminismo.

O século XVIII ocorreram diversas razões para ser diferenciado de outros séculos, mas dentro do contexto histórico retomo o fim da idade media e o inicio da moderna, e tendo como principal fator a reforma religiosa e desestruturação dos estados monarquistas deixando nítido que mais importante é o processo de construção de homem comum ,como sujeito e diretos civis,tendo como bojo as revoluções ,francesa e americana bem como a revolução industrial que deslancha aos dias atuais.

Retomando ao contexto tudo teve inicio com o iluminismo e da ilustração de Voltaire e Montesquieu, Mozart e Betthovem, Locke entre outros.E como pano de fundo no século XVIII a consciência da situação histórica a começar formar exclusivos intelectuais tendo em vista que a classe que estava em ascensão a burguesia ,que iriam influenciar toda a Europa e qualquer reino ou colônias que tivesse contato come essas idéias liberais.

Percebe-se a importância nas transformações econômicas e sociopolíticas,começa a cogitar uma nova sociedade com direitos civis e de igualdade torna-se uma possibilidade real.E nesse mesmo século os filósofos e escritores promoveram mudanças na Europa com pensamentos moderno em clima de revolução,a luta da razão contra o autoritarismo e dentre esse acontecimento teve destaque a Revolução Francesa, que contestou o antigo regime e que foi também uma introdução a revolução burguesa que prorrogou ao séculos XIX, lembrando que lutavam por direitos individuais de bens e econômicos e a tolerância de expressão ,e de ideais de igualdade, liberdade,fraternidade , nada é solto e esses ideais vem de um processo histórico, cujo as origens remontam em suas próprias palavras ,com isso é o mentor da revolução.

E resultado desse mudanças se falavam da aristocracia e os nobres passaram gravitar em torno de monarcas que foram abolidos na revolução dentro da luta contra a monarquia, com idéias iluminista em poder com, a declaração do direitos dos homens do cidadão.

Na monarquia o estado vinha de Deus e esse mesmo Estado passou a ter uma legitimidade da vontade popular, deixando nítido que essas idéias vieram de Locke e Rousseau, procura explicar que o poder do estado é visto como uma conseqüência do poder que os homens lhe atribuem. Os direitos naturais existem em diferentes concepções do Estado, Hobbes, afirma que o Estado nasce da associação dos indivíduos livres para proteger e garantir a efetiva realização dos direitos naturais iminentes aos indivíduos que existiam antes da criação do estado.

E para Locke tratava sobre o direto a propriedade e para Rousseau e Kant, do único que entendia com autonomia que inclui todos os outros, isso é a liberdade como autonomia do sujeito. Para Locke o contrario o poder é limitado resistível. E os primeiros passos de Locke que hoje clama direitos humanos e o contratualismo liberal. Ele defendia o poder político não tem outra função se não o direito de fazer leis para regular e preservar a propriedade, tendo também deixado como legado a questão que existiam ter poderes executivo o poder supremo, o poder federativo que orientava pelo principio da maioria no respeito à minoria.

A contribuição de Rousseau foi a divisão dos três poderes o poder legislativo, judiciário, e executivo, E dentro desse contexto, Locke define a liberdade de pensamento e expressão e liberdade de ir e vir , tolerância religiosa e Hobbes o direito a privacidade.

1.4 Desenvolvimento

1.4.1  O levante

O Brasil passava uma fase que teve como contexto da Independência em 1822 o qual foi um ato de político, mas que na verdade não houve mudanças e isso com relação ao trafico de escravos no atlântico nem as estruturas escravista no Brasil, porem sem deixa de salienta que em 1830 a pressão britânica acontecia, pois o trafico foi proibido, mas na verdade na pratica ainda durante as duas décadas são teve uma mudança brusca.

Mas já em  1850 se viria outras mudanças e dentro desse bojo de acontecimentos se fala da Sabinada a qual levante começou 7 de novembro no forte de São Pedro no final da tarde de 1837,alcançando também outras guarnições, e no dia seguinte 8 de novembro a cidade de Salvador já teria havido a vitoria ,pois o qual presidente da província na época Francisco de Souza Paraíso,o chefe de policia Francisco Gonçalves Martins ,e outras autoridades o qual abandonaram o governo e foram para o bordo de navios surtos no porto da cidade de Salvador ou iriam para o Recôncavo “Os Sabino”com isso proclamaram que a Bahia  estava livre e desligada do governo denominado Central,do Rio de Janeiro , e com isso considerado estado livre e independente.”Formou-se um governo que tinha como político liberal João Carneiro Silva Rego,a secretaria a Sabino Vieira e o ministro da guerra a Daniel Gomes de Freitas.Em seguida à vitória, a revolução se imobilizou.”(Henrique Luiz Dias Tavares,História da Bahia,pag.:263).

1.4.2  Como foi a derrota da Sabinada.

O recuo se deu ao inicio de janeiro de 1838 o qual em fevereiro já teria quatro mil homens em Pirajá, que tinha o comando do General Calado onde hostilizou a cidade,sendo rompido o cerco por Higino Pires Gomes que atacou a retaguarda ,sua saída foram com vários homens armados o qual embarcou em saveiros e lanchas e com elas desembarcaram suas expedições,sendo detido por Humildes de Feira .

No dia 13  de março o Exercito do general calado atacou para tomar a cidade e teve como itinerário os arredores da cidade na Lapinha,Soledade, Bonfim,Jiquitaia,tendo alcançado no dia seguinte o forte de São Pedro,rendo-se ao bombardeio do forte do Barbalho.”A cidade do Salvador ficou virtualmente sob ocupação militar até pouco depois da maioridade de dom Pedro (1840).”(Henrique Luiz Dias Tavares,História da Bahia,pag.:264).

1.4.3 Pos Sabinada

Dentro esse bojo de acontecimentos se darem a recorrência de tensões e de medo de novas rebeliões ao longo dos anos que surgiram ao fim da sabinada. Por isso a repressão se deu nesse período uma perseguição as lideranças e também a imprensa liberais durante boa parte dos anos 1840. Tendo como base afastar as pessoas da vida social e administrativa, quem possuía com um passado recente as rebeliões que tinham acontecido. Procura vetar as pessoas que tivesse um envolvimento com as rebeliões para que não houvesse novamente, por parte dos políticos da época, ou seja, o império.

E dentro desse combate os rebeldes e suas rebeldias diárias eram combatidos em medidas corriqueiras das autoridades, e dessas é importante salientar foi a de um correspondente do Correio Mercantil cujo iam de contra os pilares do sistema representativo que era conhecido por Lavrador do recôncavo, que serviu como algo importante na vida cultural e política da Bahia durante todo ano de 1839, que tinha como baseada a atacar o sistema representativo, o júri, o Juizado de Paz, assim como código e processo criminal.

Tendo também outras manifestações como uma representação dos proprietários da Bahia o qual dirigiram á Assembléia Geral, exigindo medidas imediatas para alterar a vigente legislação criminal e processual de acordo com o entendimento e os fatores determinantes para situação de impunidade que teria instalado na Bahia pós sabinada acontecido na época. O Correio Mercantil mesmo sendo contra a impunidade que acontecia, pois a seu objetivo era o numero de pessoa que tinha morrido nas ruas de Salvador durante o período da reconquista, salientando que também teve os deportados onde as pessoas foram remetidas para Fernando de Noronha sem processo formal.

O governo Provincial fizera provar uma lei que suspendeu as garantias constitucionais. Um oficio do Governo provincial ao Ministério da Justiça informava que, de acordo com a Lei Provincial de 30 de abril de 1838, que esse grupo de pessoas fora enviado para Fernando de Noronha” para evitar os receios aos habitantes da província em quem provocaram receios.²

A repressão a sabinada e após sabinada continuaram, outro fator repressão foi noticiado pela imprensa na época que a escuna Legalidade conduzira 110 presos para o rio de janeiro no inicio de abril de 1838, (noticiado pelo Correio Mercantil, 6 de Abril) Salientando também que 2.989 prisioneiros,1.820 foram deportados para outras províncias e fica nítido que não só as lideranças sofreram as punições mas também uma parte da base social que esta na linha de batalha o qual era contra o governo da época.

E por detrás dessa retirada das pessoa da província afastando-as  de seu cotidiano, do seu trabalho tem um fator maior que è a eliminação de todos os focos  de insubordinação existente na capital,que se ver por detrás desse contexto era que combate era feito de muito perto e a monarquia se mantinha no poder sufocando as insurreições.

Não se sabe quanto desse homens retornaram á Bahia.Uma noticia de agosto de 1838 informava que somente 190 dos enviados a Fernando de Noronha haviam chegado ao destino de deportação,tendo falecido dois na passagem por Recife e os demais durante a viagem.¹

E dentro desse bojos de acontecimentos os governos de Pernambuco e Bahia se comunicava para acha a melhor forma lhe dar com esse rebeldes,e ma das praticas do império em se, do governo de mandar esse rebeldes para lutar entre legalista de outras províncias que era pratica corriqueira durante o império e era contribuído a favor do império pois a ao mesmo tempo em que se promovia a eliminação de perigo interno,ou seja os subversivos que iriam de contra a ordem legal.

E o interessante é que muitos honrado deputado da época tinha discursos para fortalecer esse tipo de pratica.Um desse era o Deputado Moura Magalhães que dizia que os rebeldes teria ser devolvido a província e sofrer as punições necessárias resultado do que tinha feito, isso quando algum rebelde conseguia fugir e um exemplos desse foi Leopoldo Elias da Silva,que fora enviado para o Rio de Janeiro e tendo fugido de lá, foi recapturado na Bahia.

Um dos fatores a ser citado dentro desse trabalho é que o processo punitivo imediato que ocorria, era que as queixas dos legalistas, foi extremamente pesada a qual atingia a grande parte a população negra da cidade de Salvador, e eles eram primeiros,calafates carpinteiros que largando seus ofícios,tanto atacaram a Sagrada Causa da Integridade do Império,então è que pode ser visto O Impero o tempo todo abafa as insurreições para que não abalar esse império e a monarquia.Salientando que quem mas sofria era a ralé que apodreceu nos porões do navio.

1.4.4 A Perseguição Continua

Na semana que seguiu o dia 16 de março de 1838, a perseguição continuou aos lideres maiores e os participantes menos graduados, recebiam as correspondências oficiais a respeito da prisão de rebeldes em diversas cidades da Província e teve como exemplo Maragogipe,Nazaré,Valença,Feira de Santana ,assim como a distante vila de barra do São Francisco,entre varias outras .

Tendo destaque dentro das perseguições  as seguintes:  A irmandade religiosa, acusada de ser composta de participantes da rebelião e de proteger os participantes da rebelião e de proteger esses rebeldes na fuga. O rebelde José de Santa Eufrásia,onde havia pertencido a malícia negra,extinta em 1831,pois os mesmos haviam comandado um “ponto” de defesa da Cidade durante a rebelião. “ De acordo com a imprensa legalista,ele teria sido um vendedor de arroz nas ruas de Salvador,tornando-se um “general”,nessa que teria sido um guerra dos pobres contra os ricos.”(O Tutu da Bahia,Oliveira,Dilton de Araújo,pag.61).E foi preso Santa Eufrásia cerca de mias ou menos um mês depois do fim da rebelião no distrito de Açu,norte da cidade,segundo o Correio Mercantil da época ele se suicidou-se ferindo-se com a faca e morrendo para escapar justiça rigorosa do Império.

Salientando que dentro desse contexto de perseguição tinha a repressão direta da monarquia Constitucional que sustentava manter por méis legais ,castigos exemplar para os crimes mencionados, de forma de servir que tinha como pensamento republicanizar a Bahia. Ao meio as perseguições tinham os meios de comunicação que servi para chamar a atenção dos comerciantes e de todo um publico que eram a favor do império e que a principio está neutro e duas catas publicadas no Correio Mercantil tinham esse teor onde dizia que a postura de omissão teria que acabar e atuar de forma decidida para impedir as novas “rugas” na Bahia, e o objetivo dessas cartas era dirigido aos democratas republicanos que ousava em desafiar o Imperador. Porem houve resposta de alguns setores quando os redores afirmavam, ainda que não fosse capaz de conspirar contra o absolutismo; e que se pode ver é luta entre a monarquia e a busca de um novo sistema político a Republica.

1.4.5 Os refluxos causado pelo movimento dos rebeldes

Nacionalmente os movimentos começaram a diminuir a sua força a partir de 1841 com fim das rebeliões do Pará e do Maranhão so faltava a farroupilhas que foi em 1845,de qualquer forma o governo conseguiu combater a partir de 1841 de uma forma mais localizada, no sul do País.Mais na Bahia ainda existiam alguns boatos sobre agitações e quis continuara, a ocorrer por anos iniciais da década d 1840.

Na visão dos políticos, ou seja, dos deputados na época é que o Correio Mercantil estava sendo alegada de irresponsabilidade da oposição parlamentar baiana, pois as movimentações políticas que ocorreram na Bahia foram atribuídas pelo Correio Mercantil,e tendo criticas formuladas ao governo nacional e provincial que na verdade tornou combustível decisivo para encorajar os rebeldes e isto suas atitudes de insubordinação contra o governo central. “O Correio Mercantil divulgava em periódico e afirmava que a principio, não dera muita importância aos “boatos aterradores que,há tempos ,grassam na capital sobre rugas projetadas”entendendo que eles se desvaneceriam pouco a pouco,e que estava com essa conduta evitando incutir maior terror na população.”( O Tutu da Bahia,Oliveira,Dilton de Araújo,pag. 128)E dentro desse bojos de acusações a responsabilidade era atribuída á oposição que fazia parte do jogo político.

1.4.6 Anos de 1941 e 1942 Ainda Existiam Intranqüilidade

A existência de intranqüilidade sobrevoavam a Bahia estas era por causa dos boatos e fatos relacionados ás inquietações militares e insurreições de africanos  e isso era visto como receio a tranqüilidade baiana a qual pudesse ser rompida a qualquer momento,em 1941 o chefe da policia desconfiava a existência de construção de quilombos,tendo como componente escravos chegado recentemente a Bahia, e isso era uma ameaça à tranqüilidade pública e alerta também o perigo que os africanos representava que ameaçar o sistema, No mesmo período o presidente da província recebeu uma correspondência dizendo que em Cuba desembarcaram 63 “pretos forros” oriundos da Jamaica , o qual não tinha muita haver com o Brasil mas já se avisavam para que todos tivesse alerta para o perigo dos africanos.

O que se ver é tudo aquilo que não esta de acordo a que a elite local, a monarquia não dominava poderia servir de alerta para mudança do sistema que a sociedade baiana vivia na época. E nesse mesmo contexto O Correio Mercantil divulgou ma noticia que estaria sendo preparada uma nova rebelião de escravos, tendo como inicio da escrita palavras a qual depreciava a cultura dos africanos, tendo resquícios ainda de 1835 da revoltas do malês e que esse outros negros possuíam armamentos e depósitos  adepto aceita de malê , por tal motivo ainda existiam essa comparação.

1.5  Conclusão

O temor do decorrer dos anos pós sabinada de ocorrência de rebeliões de escravos livres, e outros revoltosos que pudessem ir de encontra ao poder da monarquia revestido do império, e para evitá-las foram característica importante da ultima fase do período. O que pode se perceber que ainda é um trabalho a ter continuidade pois é período a ser estudo e mostrado de que forma esse acontecimentos pós sabinada influenciara na proclamação da Republica e na mudança política ,baseada em idéias liberais vinda da Europa.

Provocações

Énecessário reter para que não haja insurreições como se fosse calar a voz de que não estava satisfeito com situação?

Como lhe dar com essa força da monarquia?

O iluminismo e liberalismo conseguiu abranger todos setores da sociedade?

Bibliografia

PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi (ORG.). História da cidadania, São Paulo: Contexto, 2003. 592 p.

BARROS, José D’ Assunção. O campo da História: especialidades e abordagens. Petrópolis, RJ: Ed. Vozes, 2004.

ARAÚJO, Dilton Oliveira de. . O tutu da Bahia: transição conservadora e formação da nação 1838-1850. Salvador: EDUFBA, 2009. 376 p.

TAVARES, Luís Henrique Dias. . História da Bahia. Salvador: EDUFBA, 1974. 257 p.

¹  Idem,ibidem,p.112-113

² APEB\SACP,maio 684,Registro de ocorrência para o governo Imperial(1837-1840),0ficio do Presidente da Província ao Ministério da Justiça,28 de julho 1938.

9 Comentários

  1. eudesamigo said,

    5 de junho de 2010 às 22:14

    Clique sempre em editar e escreva seu artigo. Não se esqueça de garantir os aspectos metodológicos essenciais para a formatação de um artigo cientifico.Entretanto, falta articular os aspecto da sua abordagem filosófica escolhida e com o seu objeto de estudo, ou seja, como essa abordagem lhe ajudará a compreender seu tema, e objeto?

  2. jef04 said,

    19 de junho de 2010 às 22:39

    Olá Sueli:Gostei da sua abordagem sobre o iluminismo e liberalismo,a abordaghem de história social foi muita boa,analise o meu pois coloquei um questionamento sobre obediência dos cativos como resitência.
    Boa noite!
    Jeferson.

  3. ucsalvane23 said,

    22 de junho de 2010 às 20:00

    elivane:
    Gostei muito da sua definição sobre história social, entre os colegas que escolheram essa abordagem e que postaram seu trabalho, vc foi a que melhor definiu a historia social.

    • cosma2 said,

      24 de junho de 2010 às 20:40

      Muito obrigada Elivane eu tambem gostei muito do seu trabalho em se pela de dedicação e pela abordagem do mesmo.

  4. eudesamigo said,

    22 de junho de 2010 às 20:23

    Cadê seu nome??

    • cosma2 said,

      24 de junho de 2010 às 20:39

      Eudes muito obrigada pelas orientações. Segue o que voce salientou e o oque o professor pediu.

  5. eudesamigo said,

    22 de junho de 2010 às 20:27

    Veja as orientações dadas pelo professor Alfredo acerca da organização do texto. Também sugiro que você veja as normas da ABNT em relação aos trabalhos científicos. Vc está com o parágrafo muito longo. Fica textualmente “truncado” no que tange o entendimento de seus argumentos. Arrume seu texto.Está sem coerência em algumas partes. Além disso, é necessário garantir a interatividade em relaçã aos trabelhos de seus colegas. Seu texto está sem desenvolvimento e conclusão.

  6. ucsalcris said,

    25 de junho de 2010 às 21:37

    gostei da sua abordagem. A sabinada foi um movimento tambem popular contra o militarismo imposto entre outros aspectos do periodo regencial e vc fez um recorte interessante do assunto. cristiane.

  7. roneco2009 said,

    28 de junho de 2010 às 6:10

    A Sabinada constituiu um dos movimentos subversivos que abalaram o Brasil durante a menoridade de D. Pedro II, mas, ao contrário de outras, teve diretrizes ideológicas bem definidas, pois se tratou de uma rebelião cujos objetivos visavam a separação do império e a instalação de um governo republicano.

    Parabens pelo texto.

    Comentário de Ronaldo Coelho


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